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domingo, 30 de dezembro de 2012

CHEGADA DE FIM DE ANO

    



                                        CHEGADA DE FIM DE ANO





                                No final de ano nós costumamos refletir sobre o que vivemos e fazer um balanço do que fizemos de bom e dos nossos desejos para o próximo ano. Agradecemos o que foi positivo, tentamos nos livrar de vez do que foi ruim e, no dia 31 de dezembro, nos preparamos para mentalizar o que há de melhor. Seja pelas superstições, cores de roupa, comidas ou hábitos, são muitos os nossos rituais.




                          Tem gente que pula sete ondas, prepara lentilhas, toma banho de sal grosso e guarda sementes de romã. Simpatias e superstições que acompanham milhares de brasileiros, esperando melhorar de vida e alcançar novos objetivos.
                               Guardar as sementes de romã, por exemplo, tem o intuito de atrair dinheiro. Basta cortar a fruta em sete pedaços, sempre mentalizando fortuna. Depois, retiram-se sete sementinhas e embala tudo num papel laminado dourado. Em seguida, guarda na carteira, durante os próximos 12 meses. Ao fim do ano, repete-se a “simpatia”. 
Outra superstição bastante conhecida é a de comer doze uvas (representando os doze meses do ano). A tradição está associada à fartura, pois, na Bíblia, a videira é símbolo de vida e sabedoria. Também guarda-se os caroços para ter um ano próspero financeiramente.
          Tomar banho de sal grosso é outro ritual repleto de significado e misticismos. É atribuído ao sal poderes energéticos que purifica os ambientes, afasta o mau-olhado e deixa a casa livre de energias negativas. No último banho do ano, jogue sal grosso do pescoço para baixo a fim de eliminar toda a inveja e negatividade.

                                            Tradições de Ano Novo no mundo:

Alemanha:
As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.
Austrália:
Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.  Brasil:
No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.

Dinamarca:
Depois de uma ceia a base de peixes e batatas, os dinamarqueses aguardam ansiosamente pela meia-noite. Quando o relógio está prestes a soar as doze badaladas, todos na família sobem em cadeiras. Assim que dá meia-noite, pulam da cadeira para o novo ano e brindam com champanhe
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Escócia: Na Escócia, um dos costumes mais tradicionais da festa de Ano Novo é a de homens e mulheres que nunca se viram beijarem-se na boca. Some-se a isso o ainda mais tradicional hábito de beber uísque em toda e qualquer comemoração e está garantido um dos reveillons mais animados da Europa.
Na Escócia, existe uma superstição bem engraçada sobre a primeira visita que se recebe no ano. Se for um homem moreno, ótimo. É um bom presságio. Se for um sujeito ruivo, a visita é considerada um mau agouro. Mas eles acreditam que azar mesmo terá aquele que abrir as portas para uma mulher.
Ainda os escoceses: enquanto todos os países de língua inglesa chamam a festa de reveillon de New Year's Eve ("véspera de ano novo"), na Escócia a data é conhecida como Hogmanay, que vem do gaélico oge maidne ("nova manhã").
 

Estados Unidos:
A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
França:
O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
India :
Na Índia, existem mais de 12 calendários religiosos. No Norte, o ano começa a Festa de Dîwâlî, no outuno. Os indianos colocam luzes por todas as partes.
Itália:
O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Inglaterra:
Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
Portugal:
Os portugueses saem às janelas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comem 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano para trazer muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
Tailândia :
 

                                         O Ano Novo começa na metade de Abril.
Vietnã:  
              Os vietnamitas comemoram o Ano Novo, que eles chamam de Tet, no dia 10 de fevereiro. Nessa data, todos acordam cedo e vão à igreja. As mulheres vestem vermelho e amarelo (porque são as cores da bandeira do país) e os homens usam roupas pretas. Na igreja, comem um bolo especial, feito com arroz, feijão e carne de porco.
 
                                Depois de meia hora, são distribuídos os "envelopes vermelhos" para as crianças, cada um com 10 ou 20 dólares dentro.

     

sábado, 1 de dezembro de 2012

process.com.br - Teleshop de Natal Beretella Presentes - 30112012


A loja está em clima Natalino e recebeu muitas decorações para o Natal da sua família. Confira as imagens:


A melhor época do ano está chegando, é a data em que comemoramos o nascimento de Jesus. Momento em que vale a pena nos reunirmos com a família. E para isso, nada melhor do que decorar a sua casa com uma bela árvore de Natal, pisca-piscas e papais noéis.

Por isso que a loja Beretela, já recebeu diversas árvores para todos os gostos, grandes, pequenas, de fibra, com pisca-piscas normais ou de led. Ou seja, tudo do bom e do melhor para deixar a sua casa num ambiente muito agradável para você e sua família passar o Natal.

Faça uma visita à loja e confira todas as novidades que Beretela acabou de receber para o Natal.

Confira mais detalhes e imagens na reportagem de Fábio Pereira.

Beretela Presentes
Av. José da Costa Filho, 924 – Vila Pereira – Fone: 16.3382-3647
Rua Durval de Souza, 703 – Jardim Santa Rosa – Fone: 16.3382-2609

domingo, 26 de agosto de 2012

O código QR é um símbolo bi­di­men­sio­nal



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                                                            CODIGO QR .



O código QR é um símbolo bi­di­men­sio­nal. Foi inventado em 1994 pela Denso, uma das principais empresas do grupo Toyota, e foi aprovado como padrão in­ter­na­cio­nal pela ISO (ISO/IEC 18004) em junho de 2000. Este símbolo bi­di­men­sio­nal era destinado ao uso no controle de produção de peças automotivas, mas acabou se espalhando por toda a economia. O código QR é visto agora todos os dias e em todos os lugares pelo mundo, sobretudo por quatro razões:
  • Possui características su­pe­rio­res aos códigos de barras li­nea­res, como a possibilidade de agregar muitos dados em alta densidade e dar suporte a caracteres kanji (caracteres da língua japonesa com origem em caracteres chineses)
  • Pode ser usado por qualquer pessoa sem custos, uma vez que a Denso abriu mão dos direitos de patente para o domínio público
  • A estrutura dos dados não é um requisito padrão para os usos atuais
  • A maioria dos telefones celulares no Japão e nos principais paí­ses já é de smartphones, equipados com câmeras que permitem a leitura de códigos QR, acessando ime­dia­ta­men­te informações na web, SMS ou até chamadas telefônicas.
História dos símbolos 2D
Em 1970, a IBM desenvolveu os símbolos UPC compostos de 13 dígitos de números de computadores para permitir a leitura automática em sistemas computacionais. São ainda amplamente usados em sistemas de ponto de venda (POS). Em 1974 apareceu o código 39, que pode armazenar 30 dígitos alfanuméricos. Em 1994, após sucessivos desenvolvimentos, surge o código QR, que pode conter até 7.000 caracteres, incluindo os kanji. Os códigos bidimensionais geralmente contêm quantidade de dados muito su­pe­rior se comparados aos símbolos li­nea­res, como um código de barras — aproximadamente 100 vezes mais informação — e, portanto, sua leitura é um processo mais complexo que necessita de muito mais tempo de processamento.






  • A norma ISO 18004A norma ISO 18004 tem como título In­for­ma­tion technology – Automatic iden­ti­fi­ca­tion and data capture techniques – Bar code symbology – QR code. Segundo a norma, o código QR “é um grafismo ma­tri­cial cons­ti­tuí­do por um conjunto de módulos nominalmente quadrados dispostos em um padrão global quadrado, incluindo um padrão único, localizador encontrado em três cantos do símbolo e destinado a facilitar a localização de sua posição, tamanho e inclinação. Uma ampla gama de tamanhos de símbolo é prevista em conjunto com quatro níveis de correção de erro. As dimensões do módulo são especificadas pelo usuá­rio para permitir a produção de símbolos por uma grande va­rie­da­de de técnicas”.
    Um código QR pode codificar em seu in­te­rior diferentes unidades ou valores. Entre estes pode armazenar dados numéricos (algarismos 0–9); dados alfanuméricos (algarismos 0–9, letras maiúsculas A–Z e outros nove caracteres: o espaço, $ % * + – / : . ); dados de 8 bits ou de 1 byte Latim ou Kana; e caracteres kanji. Pode também representar dados bi­ná­rios, em que um módulo escuro é um binário 1 e um módulo branco é um zero binário.
    Seu tamanho, sem incluir a zona de “silêncio”, pode ser de 21 por 21 módulos até 177 por 177 módulos, correspondendo às versões 1 a 40, com incrementos de 4 módulos para cada lado.
    Os dados armazenados em um QRC podem ser (para o tamanho máximo – versão 40-L):
    • Dados numéricos: 7.089 caracteres
    • Dados alfanuméricos: 4.296 caracteres
    • Dados de 8 bits: 2.953 caracteres
    • Dados em kanji: 1.817 caracteres
    O QRC tem a capacidade de correção de erros de leitura, através de re­dun­dân­cias. Isso facilita seu uso em celulares e outros periféricos móveis de menor resolução e sua impressão por equipamentos de média resolução. Há quatro níveis de correção de erro que permitem a recuperação de dados: o nível L, com 7%; o nível M, com 15%; o nível Q, com 25%; e o nível H, com 30%.
    A alta performance do código QRO código QR tem a capacidade de leitura de alta velocidade, em todas as direções (360°), pro­por­cio­nan­do aplicações até então nunca imaginadas. Normalmente, a leitura do QR é feita através de um sensor CCD, como o de um celular. Os dados da linha de varredura capturada pelo sensor são armazenados na memória. Em seguida, através do soft­ware de interpretação, são analisados os detalhes e encontrados os padrões identificadores, bem como a posição, o tamanho e o ângulo de leitura do código QR. Depois é feita a decodificação do símbolo. Em símbolos bidimensionais, a sua leitura pode demorar muito tempo até detectar a posição/ângulo/tamanho do símbolo, além de problemas de precisão.
    Com o código QR, o leitor encontra os padrões de po­si­cio­na­men­to em três cantos, o que permite uma alta velocidade de leitura em todas as direções. A relação entre posições em preto e em branco, numa linha de leitura dos padrões de po­si­cio­na­men­to, é sempre 1:1:3:1:1, quando lido de qualquer direção. Ao detectar esse po­si­cio­na­men­to o leitor é capaz de identificar a posição do código QR, e por consequência o tamanho (L) e o ângulo (θ) (1 e 2).
    Leituras distorcidasQuan­do o código QR estiver colado em uma superfície curva ou o leitor estiver inclinado, a imagem resultante fica distorcida e dificulta sua leitura. Para corrigir esta distorção, esse código tem padrões de alinhamento arranjados com um intervalo regular dentro do intervalo de símbolo.
    A va­ria­ção entre a posição do centro do padrão de alinhamento, estimada a partir da forma ex­te­rior do símbolo e da posição do centro real do padrão de alinhamento, é calculada para conter os ma­pea­men­tos a fim de identificar a posição central de cada célula, corrigida. Isso tornará legível um código QR praticamente ilegível (3).
    Funcionalidade de correção de errosNo código QR há dados para a restauração de sua fun­cio­na­li­da­de, tornando-o resistente a borrões ou símbolos danificados. Ele possui quatro níveis diferentes de correção de erro — 7%, 15%, 25% e 30% da área do símbolo. A fun­cio­na­li­da­de de correção é implementada de acordo com os borrões ou danos da imagem e são chamados de código Reed-​­Solomon. Estes estão dispostos na área de dados do código QR. Com essa funcionalidade, os códigos podem ser lidos corretamente mesmo quando estiverem sujos ou danificados até o nível de correção de erro, aumentando a sua utilidade e permitindo aplicações inéditas para códigos já existentes (4).
    Outras funcionalidade do código QRO código QR tem uma fun­cio­na­li­da­de que permite vincular um único símbolo a diversos outros, dividindo-o em até 16 símbolos. O exemplo mostrado na Figura 5 é aquele em que um único código QR é dividido em quatro símbolos e cada símbolo tem um indicador que mostra em quantos símbolos o original foi dividido. Isso permite que se utilize o código QR e em impressos com pouquíssimo espaço. Outra função é o mascaramento, es­sen­cial para leituras em condições de sujeira em mer­ca­do­rias ou produtos. Para isso, o processamento de um código QR passa por máscaras que permitem distinguir de modo não ambíguo o que é branco e o que é preto. Existem oito padrões de máscara. A ava­lia­ção será feita para cada um deles e aquele com o melhor resultado de ava­lia­ção, juntamente com o resultado do cálculo EX-OR, será armazenado na área de dados.

    Uma fun­cio­na­li­da­de interessante para algumas aplicações é a encriptação dos dados contidos no código QR. A menos que a tabela de conversão entre o tipo de caracteres e os dados armazenados seja decifrada, ninguém será capaz de ler aquele código QR. Finalmente, é importante destacar como fun­cio­na­li­da­de a chamada “marcação direta” sobre embalagens flexíveis feitas por impressoras laser ou matriciais. Para os símbolos marcados diretamente, a forma da célula não tem ne­ces­sa­ria­men­te de ser quadrada, como mostrado na Figura 6. Pode-se ler bem no verso ou pela frente, assim como em substratos de baixa refletância, como plásticos ou vidros transparentes.
    Perspectivas de adoção do código QRAs oportunidades em mercados desenvolvidos estão literalmente explodindo, ba­sea­das na adoção de smartphones e nas estatísticas de leituras de código QR:
    • 80% dos consumidores dos Estados Unidos têm celulares
    • 35% dos celulares são smartphones
    • 75% dos pro­prie­tá­rios de smartphones têm leitores de código QR
    • Os consumidores que leem códigos QR são mais velhos, têm maior grau de escolaridade e renda acima da média na­cio­nal.

    Exemplos de aplicações de códigos QR
    A seguir elencamos alguns exemplos de aplicações do código QR na Austrália, China, Hong Kong, Japão, Coreia, Cingapura e Taiwan, paí­ses mais avançados em sua utilização.
    Consumo e redes sociaisRalph LaurenDurante o Aberto de Tênis dos Estados Unidos, a Ralph Lauren apresentou códigos QR em seus anún­cios impressos, malas diretas e nas janelas da loja para levar usuá­rios ao seu site. No site, o consumidor podia comprar produtos da marca.
    Adegas Portuguesas utilizam códigos QR em rótulos para construir uma rede so­cial online de amantes do vinho chamada Adegga.
    Consumidores que compram vinho leem o código QR com o celular e são levados a uma página sobre aquele vinho no adegga.com. Lá podem ler os co­men­tá­rios de outras pes­soas sobre o produto e verificar os preços.
    Mapas
    Mapas impressos estão utilizando códigos QR para melhor orien­tar os turistas no Japão. Em uma área de montanhas, rios e florestas, com muitos sí­tios naturais termais e templos, por exemplo, os códigos QR fornecem um link para um site no qual o usuá­rio pode se­le­cio­nar um interesse particular (por exemplo, história, acomodações, templos, museus), e um mapa do Goo­gle é exibido com as posições relevantes em destaque e a posição do usuário.
    Emissão de passes de transporteDesenho do Sistema
    • Na primeira vez a aplicação precisa que se preencha o formulário que leva a informação da aplicação.
    • A aplicação de renovação necessita somente do tempo de duração e o código QR na passagem velha dá as informações necessárias.
    Vantagens de se usar o código QR
    • Serviço instantâneo e eficiente de renovação de passes de transporte.
    Controle de produtos alimentíciosDesenho do Sistema
    • Os dados do QR no prato de sushi podem sempre ser escaneados.
    • Todo o sushi que durar mais que 55 minutos é descartado.
    Vantagens de se usar o código QR
    • O controle de qualidade dos pratos de sushi é realizado e sua frescura é garantida.
    Controle de gado na AustráliaDesenho do Sistema
    • Uma etiqueta código QR grudada no rabo do animal é usada para rastrear os movimentos em fazendas de gado.
    • Se surge alguma doença como ‘vaca louca’ então cada animal tem uma identidade única e as fazendas podem ser controladas melhor.
    Vantagens de se usar o código QR
    • A capacidade de correção de erros ajuda a gestão com sujeira na leitura.
    • Sistemas off-​­line podem ser construídos já que o gado possui identificação.
    Controle de alimentos em TaiwanDesenho do Sistema
    • Cada pacote de vegetais tem um ID único com um código de produto QR rastreável.
    • O código QR no pacote tem o nome do vegetal, número de identificação GS1 data de embalagem e código de rastreabilidade.
    • O ministério da Agricultura (C.O.A.) de Taiwan desenvolveu uma conexão móvel via web.
         Tecnologia semelhante à aplicada nos códigos de barra dos produtos à venda nos supermercados — mas com maiores possibilidades — o QR Code tem sido cada vez mais explorado para acesso rápido a conteúdos on-line. Criado há 17 anos no Japão, o ícone 2D composto por quadradinhos é capaz de armazenar até 4.296 caracteres alfanuméricos. Para decifrar o código, é preciso ter um leitor de QR Code instalado no celular ou no computador. Feito isso, basta aproximar a câmera do smartphone ou a webcam do símbolo. Quase instantaneamente, o emblema dá acesso a uma foto, vídeo ou página da web.
    Para celulares, o download do aplicativo que lê essas informações pode ser feito gratuitamente nas lojas on-line da Apple, Android, Nokia e BlackBerry, entre outros sistemas operacionais.

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